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Largo do Beco

O mundo num beco. A rádio num coreto. A cultura num blogue.

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17
Fev18

Artistas nacionais apresentam propostas artísticas para Vila Nova da Barquinha


Cláudia Paulo

Direitos Reservados

 

É já hoje, pelas 19h, que Alexandre Farto (aka Vhils), Manuel João Vieira, Violant e Carlos Vicente apresentam as suas propostas artísticas para o concelho de Vila Nova da Barquinha, distrito de Santarém.

A apresentação, feita no âmbito do Programa Arte Pública da Fundação EDP, ocorre no Centro Cultural. As primeiras ideias dos artistas foram debatidas em contacto com a população, no ano passado, sendo que são agora expostas as propostas finais a implementar no terreno.

O projeto artístico ARTEJO pretende popularizar o acesso à arte e permitir o envolvimento da população em novas experiências culturais, bem como estimular o desenvolvimento local através da realização de intervenções artísticas em espaço público. A assembleia comunitária do projeto contará com a presença do curador do Programa Arte Pública da Fundação EDP, João Pinharanda.

No concelho de Vila Nova da Barquinha serão desenvolvidas 10 intervenções artísticas distribuídas pelas quatro freguesias – Atalaia, Praia do Ribatejo, Tancos e Vila Nova da barquinha. Já no resto do país, artistas nacionais são convidados a colaborar com as populações locais, motivando-as a participar em assembleias comunitárias para discussão das propostas de intervenção artística a realizar em espaço público (fachadas de edifícios, muros, posto de transformação da EDP Distribuição, etc.).

O programa está presente nas regiões do Algarve (projeto WATT?), Alto Alentejo (projeto Mayor.Art), Ribatejo (projeto UniArt), Médio Tejo (projeto ARTEJO) e Trás-os- Montes (projeto Voltagem). Em cada uma destas regiões, o trabalho dos artistas e comunidades cria um roteiro de arte pública, que no caso de Vila Nova da Barquinha integrará as 11 esculturas do Parque de Escultura Contemporânea Almourol, desenvolvido também em parceria com a Fundação EDP e com curadoria de João Pinharanda.

 

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12
Fev18

MEO Music será descontinuado


Bruno Fernandes

Direitos reservados

 

É o fim do serviço de streaming português. O serviço MEO Music vai ser descontinuado a 28 de fevereiro, anunciou a empresa de comunicações. 

Numa mensagem que está a ser enviada aos clientes, a operadora detida pela Altice refere que o serviço vai ser descontinuado, remetendo para uma página no seu sítio de internet.

Por sua vez, a página não tem muitas informações. "A partir de 28.02.2018, o serviço de streaming MEO Music será descontinuado, deixando de estar disponível para utilização", refere. 

A promessa é a de que os atuais utilizadores do MEO Music tenham acesso a "um conjunto de serviços", sendo que a adesão só estará disponível a partir do dia 26 de fevereiro. 

Vários rumores na internet indicam que esta alteração pode ser o renaming do serviço, de forma a incluir Altice no nome. Aliás, está disponível o serviço "Altice Music" mas apenas para os clientes da operadora na República Dominicana. Entretanto, a empresa, através da sua participada "NEXT Luxembourg", já registou vários domínios como "alticego.pt", "alticecloud.pt" ou "alticekanal.pt", bem como o domínio "alticemusic.pt", o que leva a crer que a alteração dos nomes dos vários serviços MEO estará para breve. 

Desenvolvido pela empresa portunguesa NMusic, o MEO Music era um serviço de streaming, semelhante ao Spotify ou ao Apple Music, disponível para PC e smartphones e que permitia a criação de playlists pelos utilizadores e escuta de música sem publicidade. Ao todo, o catálogo continha 30 milhões de música e mais de 1 milhão de videoclips. O serviço também permitia o download de dez músicas por mês em formato MP3. 

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06
Fev18

Tony Carreira/CNM: Já não há acordo


Bruno Fernandes

Facebook Tony Carreira/Direitos Reservados

O acordo entre a editora Companhia Nacional de Música (CNM) e Tony Carreira ficou sem efeito, avança a agência Lusa, citando o requerimento enviado pelo proprietário da editora ao Tribunal de Instrução Criminal (TIC) de Lisboa.

Segundo o documento, a CNM diz, através de Nuno Rodrigues, proprietário da editora, que "não contribuirá para qualquer acordo que possa frustrar a legítima expectativa da opinião pública ou evitar que o tribunal cumpra a sua inalienável obrigação de decidir".

Este requerimento é um novo capítulo desta disputa em relação a vários 11 temas de Tony Carreira que a CNM diz serem plágio: Depois De Ti Mais Nada, Sonhos De Menino, Se Acordo E Tu Não Estás, Adeus Até Um Dia, Esta Falta De Ti, Já Que Te Vais, Leva-me Ao Céu, Nas Horas Da Dor, O Anjo Que Era EuPor Ti e Porque É Que Vens são os temas alvo da acusação.

Um principio de acordo foi alcançado em novembro passado. No dia 27, as partes aceitaram uma suspensão provisória do processo durante quatro meses, um acordo proposto pela juíza doTIC de Lisboa. Esta suspensão era válida se Tony Carreira entregasse 10 mil euros à câmara municipal da Pampilhosa da Serra para apoio aos danos causados pelos incêndios, e outros 10 mil  euros à Associação das Vítimas do Incêndio de Pedrógrão Grande.

O outro arguido no processo, o compositor Ricardo Landumm teria que entregar dois mil euros a uma instituição particiular de solidariedade social à sua escolha.

A CNM, na altura, estava representada por um advogado e Nuno Rodrigues não estava presente. A editora teria 10 dias para aceitar este acordo por escrito, sendo que, caso todas as partes cumprissem o acordo, o caso não ia a julgamento.

Em início de dezembro, há uma nova alteração no processo: o advogado da CNM acaba por renunciar à procuração que lhe dava poderes de representação e o TIC concede à editora 20 dias para constituir um novo mandatário.

A 29 de janeiro, o novo advogado da CNM envia nova procuração ao TIC de Lisboa. A mesma indica que o mandatário "ratifica e subscreve" a posição assumida pela editora "a propósito da suspensão provisória do processo" enviada por Nuno Rodrigues e agora assume não aceitar o acordo de 27 de novembro.

Entretanto, ainda está pendente, no Tribunal da Relação de Lisboa, um recurso interposto pela defesa de Tony Carreira em que é pedido que a CNM deixe de ser assistente no processo.

Recorde-se que Tony Carreira foi acusado pelo Ministério Público de 11 crimes de plágio, depois de uma queixa-crime da CNM em que a editora dizia que o cantor "se dedica à usurpação e plágio de obras de outros autores pelo menos desde 2012".

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05
Fev18

FSM 2018: E o primeiro nome é...


Bruno Fernandes

Divulgação

 

Foi numa conferência de imprensa que foi anunciado o primeiro nome para a Feira de São Mateus (FSM), a feira viseense que decorre de 9 de agosto a 16 de setembro.

A cantora Maria Rita é a primeira confirmação: a filha de Elis Regina sobe a palco no dia 25 de agosto e na bagagem traz o mais recente álbum Amor E Música.

Jorge Sobrado, vereador da cultura do município de Viseu e gestor da FSM, referiu que a cidade "receberá uma das estrelas maiores e mais singulares da música brasileira, num especial momento de relançamento internacional da artista". O vereador acrescentou que se espera "um espetáculo contagiante e memorável" com "uma casa cheia num concerto que será exclusivo para a região".

Já João Cotta, presidente da associação Viseu Marca, entidade organizadora da FSM, diz que a escolha é uma de dar "continuidade à aposta num reposicionamento da FSM como evento cultural de referência no país". 

Quanto à restante programação deste ano, ainda falta muito para desvendar mas Jorge Sobrado diz que "é diferenciadora, para todos os públicos e gostos, e atrativa para a comunidade local e emigrante, para visitantes e turistas nacionais e internacionais" e que "o cartaz está praticamente fechado para os 39 dias.

No ano passado, cumpriram-se 625 anos desta feira franca, sendo a mais antiga da península Ibérica. A FSM é um evento promovido pelo município de Viseu e com organização executiva da Viseu Marca.

 

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