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Largo do Beco

O mundo num beco. A cultura num blogue.

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20.04.18

Quinta de la Rosa reforça aposta na produção de cervejas artesanais


helena margarida

Quinta de la Rosa

‘La Rosa IPA’ foi a primeira aposta, em maio de 2017, da Quinta de la Rosa, na produção de cervejas artesanais. Agora chega ao mercado com uma “receita” melhorada” a primeira edição da ‘La Rosa Lager’.

Para este novo negócio da empresa duriense, para além do papel da gestora Sophia Bergqvist, foi fundamental o envolvimento dos seus “mestres cervejeiros”: Philip Bergqvist (irmão de Sophia e ambos proprietários da Quinta de la Rosa); Kit Weaver (24 anos, é filho mais velho de Sophia); e Jorge Moreira (enólogo da Quinta de la Rosa). Mas não só! Porque tudo começou com uma conversa entre amigos, entre os quais estavam um mestre cervejeiro em Cambridge, Richard Naisby, da The Milton Brewery, “num desses momentos em família aqui na quinta”, conta Sophia Bergqvist. “Começamos a falar de cerveja e no facto de alguns produtores de espumante, em Inglaterra, estarem a estender o negócio à cerveja. Então, pensei em aproveitar as cubas de inox que usamos no vinho para a cerveja. O meu irmão e o meu filho ficaram de imediato muito interessados em avançar com o projeto. O Jorge Moreira também”, explica. E, rapidamente rumaram a Cambridge para aprender o processo da produção cervejeira com Richard Naisby.

Estava, assim, traçado o caminho para a produção de duas cervejas artesanais: ‘La Rosa IPA’ e ‘La Rosa Lager’. A ‘La Rosa Stout’, que será feita com um vinho do Porto muito especial - o ‘Quinta de la Rosa Vintage’ - sairá para o mercado ainda este ano.

A produção cervejeira é feita na adega que a família Bergqvist detém em Sabrosa, onde foram criados espaços próprios: um laboratório de análise específico para este produto e um contentor frigorífico para manter a temperatura da cerveja no ponto.

A ‘La Rosa IPA’ (7,0%; €3,50) apresenta uma cor “dourado acobreado” e, na boca, notas de frutos cítricos, como a laranja e o maracujá, mas também nuances florais, características provenientes dos lúpulos utilizados e das barricas onde estagiam. É uma cerveja encorpada, com um pronunciado amargor, o que a torna fresca e fácil de beber. Produzida em pequenos lotes de cerca de 1000 litros cada, esta cerveja é feita a partir de cevada maltada Maris Otter adicionada a uma variedade de lúpulos e fermentos, alguns dos quais são acrescentados ao longo das várias fases de produção. Esta cerveja fermentou e estagiou em barricas de carvalho novas, por onde apenas havia estagiado o ‘La Rosa Reserva branco 2017’, fator que a torna singular e com cariz duriense.

O dourado, desta feita mais claro, dá cor à ‘La Rosa Lager’ (5,5%; €3,50). No palato denota acidez e um ligeiro aroma floral que, no conjunto, resulta num equilíbrio perfeito, deixando o paladar fresco e prolongado. Apesar de complexa, é de fácil consumo. A produção é feita em pequenos lotes, de cerca de 1000 litros cada, onde é utilizada a cevada Maris Otter com variedades de lúpulos e fermentos. Nesta, a fermentação ocorre em cubas de inox, durante 10 dias e a uma temperatura de 10.ºC.

A venda das cervejas ‘La Rosa’ fica a cargo da conceituada DCN Beers, empresa com 25 anos de experiência na importação e distribuição de cervejas artesanais, que provou e aprovou este “projeto”, destacando a drinkability das cervejas La Rosa.

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20.04.18

Morreu o produtor e dj Avicii


Bruno Fernandes

Facebook Avicii

 

O dj e produtor sueco Avicii foi encontrado morto na tarde desta sexta-feira em Muscat, Oman, notícia a Associated Press, citando a sua agência. 

"É com profundo pesar que anunciamos a perda de Tim Berling, também conhecido como Avicii", referiu Diana Baron, assessora do artista, em comunicado à imprensa norte-americana, acrescentando que não iria ser feita mais nenhuma declaração sobre o assunto. 

As causas da morte ainda estão por esclarecer. 

Avicii estava retirado dos palcos desde 2016. 

 

Vários cantores e dj's mundiais estão a prestar homenagem ao produtor sueco através do Twitter. Hardwell refere-se às "fantásticas memórias que partilhamos. Obrigado por mudares o mundo com a tua fantástica música e por seres uma fantástica inspiração", escreveu 

 

Já Calvin Harris diz que o seu coração "está com a família". "Uma alma linda, apaixonado e extremamente talentoso com muito mais para fazer", descreve o também produtor. 

 

Avicii tinha 28 anos. 

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20.04.18

“A Minha Vida de Courgette” estreia domingo no TVCine 3


helena margarida

Divulgação

Quando a vida de uma Courgette dá um filme a estreia só pode estar no TVCine 3. A não perder, domingo, 22 de abril, às 12h40 (VP) e às 22h30 (VO).

O pai de Courgette fugiu de casa e da mulher alcoólica. A mãe de Courgette acabou por ter um final infeliz e a criança foi acolhida num orfanato. Aí Courgette conhece Camille e encontra uma alma gémea. Mas um dia a tia de Camille pediu a sua custódia e os sonhos de Courgette podem estar prestes, novamente, a desmoronar-se.

“A Minha Vida de Courgette” (2016) de Claude Barras, nomeado ao Óscar e ao Globo de Ouro de Melhor Filme de Animação, mostra que nunca se deve desistir de quem realmente amamos.

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19.04.18

Fim de semana de diferentes sonoridades em Matosinhos com Rodrigo Leão e Quarteto de Cordas


helena margarida

Município de Matosinhos

Em Matosinhos há sons diferentes para ouvir, sábado, 21 de abril. Rodrigo Leão apresenta “Os Portugueses” às 22 horas, no Teatro Municipal Constantino Nery, para comemorar 25 anos de carreira a solo. O Quarteto de Cordas de Matosinhos leva convidados especiais para a Igreja do Bom Jesus de Matosinhos às 21h30 e os acordes de Franz Schubert para um recital que assinalará também a data em que o ex-presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, Guilherme Pinto, completaria 59 anos de idade.

Município de Matosinhos

A atuação do quarteto será integralmente composta pelo “Octeto em Fá maior, D. 803”, que Schubert compôs em 1824, por encomenda do conde Fernidand Troyer, um nobre e clarinetista amador austríaco. Considerado uma obra incontornável do panorama da música de câmara europeia, o octeto será interpretado pela formação habitual do Quarteto de Cordas de Matosinhos, à qual se juntarão o contrabaixo de António Augusto Aguiar, o clarinete de Nuno Pinto, a trompa de Nuno Vaz e o fagote de Pedro Silva.

Divulgação

O concerto “Os Portugueses” inclui uma seleção de composições de Rodrigo Leão cantadas em português e que se tornaram em alguns dos seus temas mais amados, a par de clássicos instrumentais que sublinham a indefinível portugalidade da sua inspiração melódica.

“Os Portugueses”, que em junho dará lugar à edição de um CD/DVD com o mesmo nome, incluirá também os temas instrumentais escritos por Rodrigo Leão para a série televisiva “Portugal, um Retrato Social”, de Joana Pontes e António Barreto, e será acompanhado em palco com projeções de imagens da série. Rodrigo Leão terá ainda a companhia de uma cantora, um naipe de cordas e um multi-instrumentista que lhe permitirá reproduzir em palco os múltiplos ambientes sonoros das gravações originais.

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19.04.18

Orquestra de Guimarães apresenta “Um Requiem Alemão” de Johannes Brahms


helena margarida

Município de Guimarães

A Igreja de S. Francisco em Guimarães recebe amanhã, sexta-feira, 20 de abril, às 21h30, "Um Requiem Alemão" de Johannes Brahms. Um concerto que conta com a participação do Ensemble Vocal Pro Musica, do Coro do Conservatório de Guimarães, da soprano Ângela Alves e do barítono Job Tomé, sob a direção de Vítor Matos.

Os planos para a composição de “Um Requiem Alemão” tornaram-se mais concretos por altura do quinto aniversário da morte de Robert Schumann em 1861. Outra data importante na génese da obra é a
da morte da mãe do compositor em fevereiro de 1865. Nos meses que se seguiram, em profundo luto, foi escrito o andamento “Wie lieblich sind deine Wohnungen, Herr Zebaoth!”. A obra ficou completa no verão de 1866, inicialmente numa versão com seis andamentos. A primeira apresentação ocorreu na catedral de Bremen, na Sexta feira Santa de 1868. J. Brahms, então com 35 anos, dirigiu a obra perante uma plateia de cerca de
2500 pessoas.

O quinto andamento “Ihr habt nun Traurigkeit” só foi acrescentado depois da estreia. Ao contrário do que o título poderia indicar, “Um Requiem Alemão” não se baseia numa tradução do habitual texto em latim da missa para os mortos, antes apresenta uma justaposição de pequenos extratos do antigo e novo testamento, escolhidos com um profundo significado simbólico.

Em quase todos os andamentos, o compositor, que possuía um profundo conhecimento da Bíblia, combina diversas passagens de diferentes livros. Brahms quis criar um requiem “para as pessoas”, uma obra que as confortasse usando a língua alemã, em vez de um latim menos compreensível para muitos. A ideia conceptual de consolação e esperança é transversal a toda a obra, como tal a escolha de texto foca-se sobretudo nesse aspeto. A ênfase é dada à consolação dos que sofrem em oposição à habitual prece pela redenção dos que partem.

O concerto “Um Requiem Alemão” resulta das residências artísticas no âmbito do programa de música erudita que o Departamento de Cultura da Câmara Municipal de Guimarães promove. O concerto tem entrada livre.

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