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Largo do Beco

O mundo num beco. A rádio num coreto. A cultura num blogue.

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20
Dez17

“Saramela Pintas”: Novo livro de Adelaide Graça apresentado em Cerveira


helena margarida

Direcionado para o público infantojuvenil, entre os 6 e 10 anos, “Saramela Pintas”, é o mais recente livro de Adelaide Graça que foi lançado no sábado durante a Hora do Conto da Biblioteca Municipal de Vila Nova de Cerveira. No final houve sessão de autógrafos.
A autora conta, ao longo de 48 páginas, seis histórias ilustradas por Célia Rebelo da Silva: “Saramela Pintas”, “O Dia da Carta e do Trepa-Trepa”, “As Árvores também Falam”, “O Meritíssimo Espião”, “Surpresas!” e “O Mocho que Voa no Mar”. No final, o livro tem algumas atividades para as crianças preencherem!
Adelaide Graça, natural de Vila Nova de Cerveira, além de colaborar com várias revistas e jornais, tem um vasto currículo como escritora em diferentes categorias. Na Poesia já publicou “Limites da Razão” (1998), “Quando Tudo Parece Parar” (2000), “O Vão da Ausência” (2002) e “Sem Chaves Nem Segredos” (2005), na Prosa Poética escreveu “Do Tempo do Quando” (2007) e “Onde os Pés Escreveram as Pegadas do Encontro” (2011). Mais recentemente tem apostado na Literatura Infantil com “A Festa do Brincar” (2011) e “Queres Entrar no Carrocel?” (2014).
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20
Dez17

Tinto ou Branco a sugestão é “Carvalhas” para o Natal


helena margarida

Para degustar ou oferecer nesta quadra natalícia a sugestão da Real Companhia Velha vai para a dupla de vinhos “Carvalhas” recentemente distinguida pelo “The Wine Advocate” Robert Parker com 186 pontos. Ao ‘Carvalhas Vinhas Velhas tinto 2015’ atribuiu 94 e ao ‘Carvalhas branco 2015’ 92 pontos!Com quase um século de história, as vinhas velhas são a essência deste ‘Carvalhas Vinhas Velhas’, o ex-líbris dos vinhos da Real Companhia Velha produzido de parcelas selecionadas de vinhas pós-filoxéricas que contam com mais de 20 variedades de castas autóctones plantadas em uma só parcela. A produção deste vinho da colheita de 2015 resulta de um trabalho minucioso iniciado logo na vinha, onde foram colhidas apenas as uvas que se encontram nos desejados níveis de maturação. Na adega, as uvas foram submetidas ao processo de pisa a pé nos tradicionais lagares de granito e o estágio em barricas de carvalho francês – 50% em madeira nova e 50% em madeira já usada – durante 18 meses com controlo de temperatura. Nas notas de prova enaltece-se a impressionante exuberância aromática com destaque para as notas de frutos vermelhos e de fruta preta com nuances herbáceas e de especiarias demonstrando uma harmoniosa integração com a madeira através de subtis notas de baunilha. Com um excelente volume de prova, este ‘Carvalhas Vinhas Velhas tinto 2015’ consiste em um clássico e poderoso tinto duriense mas, ao mesmo tempo, elegante com uma concentração e profundidade própria de vinhas de baixa produção. Os taninos firmes e muito redondos denotam sabores realçados por uma equilibrada acidez. O final de boca é longo e persistente. A servir a 16° C.O ‘Carvalhas branco 2015’ é um branco feito a partir de Viosinho e Gouveio, duas castas típicas do Douro de pequenas parcelas de uvas brancas localizadas num dos pontos mais altos da Quinta das Carvalhas (400 metros de altitude) beneficiando das condições ideais para o amadurecimento das próprias uvas. Após o desengace as uvas seguiram para a prensa pneumática e, depois, para a fermentação iniciada em cubas de inox com controlo de temperatura e terminada em barricas novas de carvalho francês, onde o lote estagiou por oito meses sobre borras finas. Assim nasceu um branco de cor citrina brilhante e aromas intensos a flor de laranjeira e alperce, com típicas nuances minerais e vegetais a combinar com nuances de baunilha e tosta provenientes da madeira, o que denota um processo harmonioso de integração. Apesar de encorpado, o ‘Carvalhas branco 2015’ é um vinho que se destaca pela elegância e pela complexidade no paladar, bem como pela frescura e pela acidez típica do Douro, o que lhe confere um final de boca longo e persistente. Para os que apreciam um vinho jovem, está pronto a degustar, embora possa ser guardado por mais alguns anos em garrafa.[caption id="attachment_83289" align="alignright" width="320"] Real Companhia Velha[/caption]A Quinta das Carvalhas com vista privilegiada para o Pinhão, são 600 hectares de terreno, dos quais 120 são vinha, que se estendem pelas encostas da margem esquerda do rio Douro e da margem direita do seu afluente, o rio Torto. Em 2010, com o regresso de Jorge Moreira para liderar a equipa de enologia da Real Companhia Velha, começam a ser produzidos os vinhos “Carvalhas” atualmente na mira de enófilos, connoisseurs, e curiosos deste vasto mundo vínico. Uma dupla de vinhos distinguidos pelo mais famoso e influente crítico de vinhos mundial. O “Carvalhas branco 2015” custa €25,00 PVP (garrafas de 750ml) o “Carvalhas Vinhas Velhas tinto 2015” tem PVP €50,00 (garrafas de 750ml).
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20
Dez17

Club de Vila Real: Facebook, Comunicados e verdades de cada um


helena margarida

Três meses depois do encerramento do Club de Vila Real, a nova direção, “apesar de não pretender alimentar polémicas”, razão pela qual não se pronunciou até hoje sobre as falsas notícias vindas a público nos órgãos de comunicação social, vem agora dar a conhecer a sua versão dos factos num comunicado publicado na sua página de Facebook.

“A verdade sobre o centenário Club de Vila Real” refere que “os danos financeiros, de imagem, e patrimoniais causados pela anterior gestão do setor cultural, nomeadamente pelo Sr. Mário Pinto, e a contrainformação que se veio a verificar na imprensa, levou a atual direção a tomar ações preventivas por forma a proteger o Club, e salvaguardar os seus interesses”.

Luís Cardoso e João Rebelo, membros da atual direção, acrescentam ainda, no comunicado, que “serão criadas novas contas, para promover uma diferenciação face ao período anterior e as passwords serão sempre disponibilizadas às respetivas direções que vierem a tomar posse no futuro”. Informam ainda que “na eminência da possibilidade de utilização abusiva e indevida das contas online do Club de Vila Real por parte da anterior gestão cultural”, a atual direção “decidiu alterar as passwords, não tendo havido qualquer roubo ou usurpação, uma vez que essas contas sempre fizeram parte da associação e não de nenhum sócio em particular”.

Entretanto, usam a página do Facebook que já foi “Club de Vila Real” e agora é “Club de Portugal” e explicam a mudança do nome: “depois da alteração das passwords, a anterior gestão teve ainda a oportunidade, contra a vontade da atual Direção, de alterar o nome da página de facebook para “CLUB DE PORTUGAL”, e alterou a password da conta google, estando esta ainda na sua posse”, explicam no comunicado, salientando “que a nova direção nunca quis aproveitar-se do trabalho até aqui realizado, e que no futuro irá criar os seus próprios canais para divulgação de toda a informação”.

Sobre o facto de a anterior gestão cultural não ter sido informada antes da alteração das passwords, a atual direção considerou que “não estavam reunidas condições para isso, uma vez que esta deixou o Club, sem aviso prévio e com dívidas”.

Mário Pinto esteve seis anos à frente da dinamização cultural do Club de Vila Real, com um orçamento proveniente de quotas “irrisórias” pagas pelos associados (um euro mensal) e cerca de mil euros anuais atribuídos pela Câmara Municipal, e foi “com grande sacrifício que iniciei, que mantive e que encerro este capítulo”, desabafou na nota que publicou na sua página de Facebook a explicar e dar conhecimento do encerramento do espaço.

Agora, a nova direção informa também que “todas as pessoas que até ao momento se fizeram sócias do Club por intermédio da anterior gestão cultural liderada pelo Sr. Mário Pinto, não constam do registo de admissão efetivo dos mesmos, pois as cotas pagas nunca foram contabilizadas pelo Club”, acrescentando que todos os que pretendam obter esclarecimentos adicionais “se sintam livres para contactar o Club, que pretende de hoje em diante ser o mais transparente possível” e que “os esclarecimentos serão prestados na sede do Club, pelo que não alimentaremos esta polémica nas redes sociais".

A cultura, que há 124 anos habitava o edifício com cinco séculos de história, localizado na principal avenida da cidade, a avenida Carvalho Araújo, foi “despejada” daquele imóvel, no passado dia 7 de setembro. Na altura, Mário Pinto dizia serem "focos de resistência cultural contra os movimentos de capital e de interesses, arrasadores da Cultura e do urbanismo e oferta das cidades”.

Já a atual direção diz que “não há qualquer ação de despejo, até ao momento, apenas um oficio do senhorio dando conta dos valores em dívida, que não sendo pagos dariam origem a ação de despejo”.

A direção que estava em funções em setembro só teve conhecimento das rendas em dívida, e respetivos juros de mora, nesse mês que foi também o de saída da anterior gestão cultural que, para além de estar com as rendas em falta, não prestaria contas à associação.  A anterior gestão cultural, liderada por Mário Pinto, iniciou a sua atividade em 2011: “tinha o Club mais de 3000€ em caixa e deixou Associação com dívidas, e com cerca de 300€ em caixa”.

O comunicado da atual direção informa ainda que Mário Pinto “não entregou as contas por livre vontade, anunciou mentiras à comunicação social, e deixou a situação do Club deteriorar-se de tal forma que levou a que apenas com a iniciativa de um conjunto de pessoas e parcerias fosse possível repensar o Club, estruturar uma estratégia, resolver os problemas financeiros e encontrar um modelo de gestão que impedisse o seu encerramento”.

Quanto aos “murmúrios” de usurpação de funções ou posições dentro do Club, Luís Cardoso e João Rebelo salientam que “todos os sócios oficiais registados foram informados da intenção de se realizarem novas eleições, tendo a sua maioria integrado a nova lista, a qual foi eleita tendo em conta os estatutos do Club”. As eleições foram convocadas de acordo com os estatutos, publicitando nos locais e prazos previstos. Pela primeira vez, em mais de 15 anos existem órgãos sociais eleitos e não Comissão de Gestão, integrando vários elementos sócios efetivos do Club há mais de 40 anos.

Foi nas redes sociais que a indignação subiu de tom contra o encerramento do Club de Vila Real em setembro passado. Bandas, artistas, músicos, muitos dos que por lá passaram e até se estrearam naquele palco, deixaram testemunhos e homenagens e partilharam uma frase escrita num fundo preto onde se podia ler: “De luto pelo encerramento do Clube de Vila Real. Obrigado Márito pelo que nos proporcionaste”.

“A história desta Associação é maior do que qualquer pessoa individual que por ela tenha passado” diz a atual direção lamentando que a anterior que “saiu de livre vontade” esteja a tentar fazer tudo o que pode para impedir que o Club continue o seu caminho, e querendo encerrar 124 anos de história permanentemente.

E se para Mário Pinto “foi mesmo magia!” o ambiente que viveu no Club de Vila Real...
“O Club está vivo” garante a nova direção deixando o desafio: “Estamos a lutar por ele, juntem-se!”
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14
Dez17

“Quinta da Costa das Aguaneiras tinto 2014” é uma das propostas da Lavradores de Feitoria para este Natal


helena margarida

Com origem num só terroir o “Quinta das Costa das Aguaneiras” da Lavradores de Feitoria é um vinho que reflete um Douro tradicional ideal para esta quadra natalícia.
Este tinto 2014 foi galardoado com o “Prémio Grandes Escolhas” no Concurso de Vinhos promovido pela revista Vinho Grandes Escolhas.
É na Quinta da Costa das Aguaneiras – situada em Gouvinhas, na sub-região do Cima Corgo –, numa vinha na encosta virada a Sul e com parcelas com idades entre os 30 e os 60 anos, que nascem as uvas que dão origem a neste néctar do Douro! Mantendo a tradição, são pisadas a pé em lagares de pedra; segue-se o estágio em barricas novas de carvalho francês, durante um ano. Um vinho de baixa produção, cuja média anual ronda as 5.000 garrafas.
De vermelho vivo, intenso e profundo, o ‘Quinta da Costa das Aguaneiras tinto 2014’ nasce de um blend de Touriga Nacional e Tinta Roriz, ao qual é adicionada uma “pitada” de uvas de outras castas, nascidas no seio de vinhas velhas (e por isso, misturadas). Revela-se um tinto exuberante e bastante frutado, graças aos aromas de ameixa preta madura e cassis muito típicos do Douro, e elegante. A madeira discreta e bem integrada contribui para o enriquecimento aromático. Na boca, a entrada é fresca e frutada, mostrando-se um vinho macio e aveludado, os taninos estão bem equilibrados com a acidez, proporcionando-lhe complexidade. O final de boca é longo e saboroso.
Um vinho que faz justiça aos €18,5 (PVP recomendado) para uma garrafa de 750ml deste tinto do Douro, também disponível em magnum (1,5l).
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Liveblog a partir das 20h45 nos dias 18 e 25 de fevereiro (semifinais) e 4 de março (final).

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