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Largo do Beco

O mundo num beco. A rádio num coreto. A cultura num blogue.

40 anos de carreira de António Capelo com espetáculo em Coimbra

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António Capelo, conhecido do grande público pelas novelas em que participa e pelas peças de teatro, comemora 40 anos de carreira. Para assinalar uma data tão importante, a 8 de outubro, na abertura do III Ciclo de Concertos de Coimbra, irá dar um espetáculo onde interpretará alguns dos poemas que mais o marcaram. O lugar escolhido é o Auditório Conservatório de Música de Coimbra.

O ator, que aprticipa regularmente em projetos cinematográficos, tendo sido dirigido por realizadores como Jorge Silva Melo, Teresa Villaverde, Paulo Soares da Rocha, Maria de Medeiros ou António Pedro Vasconcelos, entre outros, descreve o espetáculo com o seguinte texto: "Num país que se diz de poetas, a palavra escrita poucas vezes se ouve, o que torna a nossa poesia muito mais lida que escutada. O prazer de ouvir os versos de poetas como Pessoa, Eugénio, Sena, Sofia, entre outros, é sempre um prazer quase solitário e pouco partilhado. A ideia de tertúlia como espaço íntimo, é tão caro a uma tradição bem portuguesa onde, para além de se ouvir os versos dos poetas se pode também usufruir do prazer de os dizer. O que nos propomos fazer é, a partir de uma ideia de intimidade quase familiar, percorrer alguns dos poemas que nos têm marcado ao longo de uma vida profissional. Versos que foram ditos em espetáculos teatrais, que foram lidos em consequência de necessidades profissionais e que, para além de tudo, nos são tão queridos como necessários. Será uma atitude narcísica fazer os outros ouvir aquilo que nos dá prazer? Preferimos pensar que é uma atitude solidária, partilhar com os outros os nossos próprios prazeres…"

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Os Black Lips estão de volta a Portugal

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O encontro entre a banda de Atlanta e o público portuense está marcado para 28 de outubro, no Maus Hábitos. Se em 2008, no Porto Rio, a coisa não correu bem e houve cenas de pancadaria entre membros da banda e o público, dedos partidos e muito álcool à mistura, desta vez espera-se que as coisas sejam mais pacíficas.

Passou-se uma década e quatro discos para que os Black Lips regressassem à cidade invicta. A 27 de outubro, a banda sobe ao palco do Musicbox e do Jameson Urban Routes na companhia dos Stone Dead. 

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Marcelo Rebelo de Sousa entrega Prémio D. Diniz a Mário Cláudio

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O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, vai entregar no próximo sábado, 30 de setembro, pelas 18h30, o Prémio D. Diniz ao escritor Mário Cláudio. A cerimónia decorrerá na Casa de Mateus em Vila Real.

O júri, constituído por Nuno Júdice, Fernando Pinto do Amaral e Pedro Mexia, decidiu por unanimidade a atribuição do prémio de 2017 ao escritor pelo seu livro “Astronomia”, publicado pela editora Dom Quixote.

O Prémio D. Diniz foi instituído em 1980, com o propósito de distinguir anualmente uma obra de poesia, ensaio ou ficção, publicada no ano anterior à atribuição do prémio. Já foram galardoados com este prémio José Cardoso Pires, com a obra “De Profundis, Valsa Lenta”, Agustina Bessa Luís, com a obra “O Mosteiro”, José Saramago, com “O Ano Da Morte De Ricardo Reis” e Sophia de Mello Breyner Anderson, com “Ilhas”. Manuel Alegre, António Lobo Antunes, Lídia Jorge, Eugénio de Andrade ou David Mourão Ferreira são alguns escritores também já mereceram esta distinção.

Mário Cláudio, pseudónimo literário de Rui Barbot da Costa, nasceu no Porto em 1941. É professor, poeta, dramaturgo, ficcionista e ensaísta. Recebeu por duas vezes o Grande Prémio do Romance APE/DGLAB e recebeu, também, o Grande Prémio do Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores e o Prémios Eça de Queirós, Virgílio Ferreira e Fernando Namora. Em 2004, foi galardoado com o prémio Pessoa

 

Vasco Graça Moura homenageado em concerto

No mesmo dia, a partir das 19h30, Vasco Graça Moura, falecido em 2014, colaborador da fundação e presidente do júri do Prémio D. Dinis desde a sua instituição, vai ser homenageado com um concerto da fadista Kátia Guerreiro.

Já não é a primeira vez que a fadista se apresenta na Casa de Mateus: a primeira vez que atuou no espaço foi pela mão do fadista Carlos Zel.

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Filmes e atores espanhóis marcam presença em Lisboa no Cine Fiesta 2017

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Lisboa recebe entre 29 de setembro e 2 de outubro os filmes que mais se destacaram este ano em Espanha. O Cine Fiesta 2017 traz também à capital portuguesa alguns nomes conhecidos do panorama cinematográfico espanhol.

A Rainha de Espanha, uma sátira do realizador Fernando Trueba; El Hombre de las Mil Caras, um thriller que aborda questões políticas e financeiras; e El Guardián Invisible, do realizador Fernando González Molina são algumas das películas programadas para passarem nesta mostra de cinema espanhol. O programa do Cine Fiesta 2017 contará, entre outros, com a presença da atriz Ana Wagener que virá apresentar o thriller Contratiempo, e de Carlos Santos que apresentará a comédia Villaviciosa de al Lado. A programação infantil também não foi esquecida e as famílias poderão rever em cinema a divertida animação Ozzy.

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Cantigas de Zeca Afonso para "matar" saudades no Centro Cultural de Viana do Castelo

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Zeca Afonso 30 anos de saudade sobe ao palco do Centro Cultural de Viana do Castelo no próximo dia 7 de outubro pelas 22horas.

Couple Coffee, Dario Rocha, Emmy Curl, Sérgio Godinho e Zeca Barbosa são as vozes de hoje que irão entoar cantigas de sempre.

Um concerto que será uma viagem pelas canções do poeta, cantor e compositor, voz da resistência contra o fascismo, da reivindicação de justiça e do apelo à fraternidade. Cantigas decoradas por todos os portugueses que durante a ditadura só intimamente entoavam os versos de revolta de "Vampiros" ou de "A Morte Saiu à Rua" e que fez de "Grândola, Vila Morena" o hino da libertação.

José Manuel Cerqueira Afonso dos Santos, que fica na história de Portugal como por Zeca Afonso, nasceu a 2 de agosto de 1929, em Aveiro, e faleceu a 23 de fevereiro de 1987, em Setúbal.

De toda a sua discografia, destacam-se os seguintes álbuns: Balada do outono (1960), Baladas de Coimbra (1962), Baladas e Canções (1964), Cantares de Andarilho (1968), Traz outro Amigo Também (1970), Venham mais Cinco (1973), Coro dos Tribunais (1974), Grândola, Vila Morena (1974), Enquanto há Força (1978), Como se fora seu Filho (1983) e Galinhas do Mato (1985).

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